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O tálus juvenil e seu desenvolvimento

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  O tálus faz ligação entre o pé e a perna mais especificamente, no calcanhar e a tíbia. No estudo feito houve uma pesquisa para mostra o fortalecimento desse osso no nascimento até 20 anos. A radiografia foi feita por grupos de 1 a 7, vendo em vista que todos tinham um dos ossos do pé, em diferentes fases ontogenéticas, incluindo a fase fetal, perinatal e de refinamento após 2 anos. O estudo utiliza técnicas de absorciometria radiográfica para analisar o desenvolvimento do tálus em amostras de esqueletos. Aqui alguns dos principais pontos e conclusões do estudo:  Fases Ontogenéticas Distintas: O tálus em desenvolvimento apresentado características radiográficas distintas em diferentes fases do desenvolvimento.; Desenvolvimento Fetal: No estágio fetal, pois as características radiográficas do tálus eram limitadas devido ao seu pequeno tamanho, mas havia evidências de padrões de ossificação que progrediam de profundo para superficial.; Desenvolvimento Perinatal: Durante a fase perinatal

Notch e sua importância para o desenvolvimento do sistema nervoso central

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O sistema nervoso central possui uma grande importância e variedades de  células que partiram de multipotentes progenitores neurais. Como a variedade  dessas células é abundante, a suas propriedades se diferem uma das outras dadas as suas diferentes posições espaciais. Determinada ação é possível  graças a sinalização Notch, que, resumidamente é uma via de sinalização  celular importante para o desenvolvimento de células embrionárias. Apesar de  sua participação importante, acredita-se que sua função não esteja  correlacionada apenas a isso, cientistas creem que esta sinalização controlam  os neurônios do destino dos neurônios do neocórtex através da regulação dos  níveis de famílias de microRNA, sendo crucial no desenvolvimento  telencefálico.  O telencéfalo é algo complexo e dividido em muitas áreas porém em  contrapartida, sua formação provêm neuroepitelial simples, o desenvolvimento  do telencéfalo é responsabilidade da sinalização de Notch, com a interação  com microRNA let-7 e mi

As lesões ósseas do tatu

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   O artigo descreve uma pesquisa que investiga lesões encontradas nos osteodermos de tatus causadas pela picada de pulgas do gênero Tunga. As fêmeas dessas pulgas penetram na epiderme dos tatus e, quando fertilizadas pelos machos, desenvolvem um neossoma (inchaço abdominal). Este estudo examinou essas lesões em tatus de diferentes espécies para entender como são geradas. Foram analisadas amostras de osteodermos de tatus que apresentavam essas lesões em suas superfícies externas, incluindo o tatu-peludo (Chaetophractus villosus) e o tatu de três bandas do sul (Tolypeutes matacus), e amostras de Dasypus novemcinctus, uma espécie de tatu que não possui as lesões.  Os métodos utilizados incluíram microscopia eletrônica de varredura tridimensional retroespalhada e microtomografia de raios X. Essas técnicas permitiram a observação das características das lesões, incluindo reabsorção óssea, preenchimento com osso novo e cavidades resultantes das picadas de pulga. Os resultados sugerem que as

Os computadores superando crânios

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  Este artigo aborda os avanços significativos na extração automática e no cálculo de volumes de cavidades cranianas, uma área de grande importância na medicina e pesquisa biomédica. Tradicionalmente, a determinação do volume intracraniano era realizada manualmente, o que era demorado, suscetível a erros e limitado em sua aplicação prática. No entanto, com a vinda da tecnologia de imagem médica avançada - como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada - e o desenvolvimento de algoritmos de processamento de imagem sofisticados, a extração automática de cavidades cranianas tornou-se uma realidade. Essa automação trouxe várias vantagens, incluindo a capacidade de análise em larga escala, melhorando a precisão e reduzindo o tempo necessário para essas medidas críticas. Além disso, esses avanços têm influências significativas em diversas áreas da medicina, como neurologia, neurocirurgia e pesquisa em neurociência. Os volumes intracranianos extraídos automaticamente são usados p

Diversidade na produção dos cantos das aves

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Os pássaros podem produzir uma diversidade impressionante de sons. O comportamento vocal desempenha um papel evolutivo de suma importância no caso das aves, como por exemplo, o canto é extremamente importante no cortejo, na competição entre machos e noutros comportamentos chaves ligados à reprodução. Comparando espécies suboscinos e oscinos percebe-se que os oscinos, conseguem diversidade vocal, através de um controle neuromuscular diversificado e rico; já os suboscinos, na ausência da aprendizagem vocal, apresentam adaptações morfológicas que permitem gerar diversidade de características acústicas. Em contraste com os oscinos, que aprendem vocais, os passeriformes suboscinos, normalmente, desenvolvem canções normais sem aprender. Em comparação aos oscinos, os suboscinos possuem um conjunto menos complexo de músculos seringais, mas apresentam notável diversidade morfológica da siringe (órgão vocal do pássaro). O objetivo do estudo é, principalmente, revisar os mecanismos de produçãoson
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  Os fungos se caracterizam por serem organismos heterotróficos, podendo ser pluricelulares e unicelulares. Os pluricelulares apresentam características de formação de estruturas filamentosas, denominadas hifas, constituintes do micélio.  Em todo o mundo estão descritas aproximadamente 99.000 espécies de fungos, em que cerca de 13.800 existiriam no Brasil, ou seja, aproximadamente 14% da diversidade mundial.Do total de espécies, 523 são mencionadas como endêmicas do Brasil, porém esse número deve ser considerado com reservas, uma vez que para fungos ainda é difícil discutir endemismos, tendo em vista a pequena parcela mundialmente conhecida .  Eles podem viver nos mais diversos ambientes, tanto aquáticos quanto terrestres, assim como nos trópicos às regiões árticas e antárticas. Há muitos fungos são tão pequenos que só podem ser observados ao microscópio, enquanto vários outros são capazes de formar estruturas visíveis a olho nu e facilmente reconhecíveis (mofos, bolores, boletus, orel

A esperança nos modelos de camundongos

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A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença caracterizada pela morte celular específica dos neurônios motores, levando a uma falha na transmissão neuromuscular resultando em fraqueza muscular levando à paralisia. Tanto fatores genéticos quanto ambientais contribuem para a patogênese da doença, sendo os genes mais comumente mutados o SOD1, C9ORF72, TARDBP e FUS. Desde quando a ELA foi descrita, ficou claro que a junção neuromuscular desempenha um papel importante na patologia. É importante que as mensagens do neurônio motor sejam passadas eficientemente para a fibra muscular para produzir movimento, portanto, a estabilidade na junção neuromuscular é crucial, ela consiste em um terminal nervoso de um neurônio motor, o lado pré-sináptico cobrindo a 'placa terminal' no lado pós-sináptico, um grupo de invaginações na membrana coberta por receptores de acetilcolina, que ativados por um potencial de ação, contraem a fibra muscular. O indicador mais claro de disfunção da junção